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	<title>Guia da Cidade &#187; Tendências</title>
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	<description>PARA QUEM VIVE A CIDADE</description>
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		<title>10 bares temáticos em Lisboa</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 23:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana estamos com ganas de ir a ambiências que nos transportem para outras realidades. Andámos à cata de bares singulares no centro de Lisboa, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta semana estamos com ganas de ir a ambiências que nos transportem para outras realidades. Andámos à cata de bares singulares no centro de Lisboa, com uma decoração assente numa temática especial. Ele há bares medievais, revivalistas, revestidos com garrafas de vinho ou dedicados às temáticas mais cinéfilas, há bares para todos os tipos de gostos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arranca-Corações</strong><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10997495_1611652315714492_3163198720761222176_o.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-large wp-image-5169" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10997495_1611652315714492_3163198720761222176_o-1024x768.jpg" alt="10997495_1611652315714492_3163198720761222176_o" width="1024" height="768" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não podíamos descurar do primeiro e único bar dedicado à comunidade Steampunk. Instalações eléctricas que nos remetem para o passado, cores cinza e elementos decorativos especiais de uma filosofia muito influenciada pela estéticas dos livros de Julio Verne.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong>Calçada do Cardeal 20 Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>terça-feira a domingo das 17:00 às 02:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">960 475 667</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/oarrancacoracoes/timeline" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Beatus</strong><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/1090884_361539907370784_6264912610046746177_o-1.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-large wp-image-5348" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/1090884_361539907370784_6264912610046746177_o-1-1024x682.jpg" alt="1090884_361539907370784_6264912610046746177_o-1" width="1024" height="682" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Este é o único espaço em Lisboa que possui um autocarro típicamente britânico no interior. Leu bem, uma autocarro vindo diretamente de Londres. É que o proprietário, Carlos Ramos encontrou-o no Ebay e decidiu fazer algo inédito em Lisboa. Beatus, é um espaço multicultural, que funde no mesmo espaço, um restaurante, uma escola de música, um bar/garrafeira, dentro do dito autocarro e ainda uma biblioteca. É um destino recheado de possibilidades, e em constante crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong>Rua Acácio Ribeiro 3 Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>segunda-feira a sábado, das 10:00 às 24:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">215 953 156</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://beatus.pt/beatus/Beatus.html" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>By The Wine José Maria da Fonseca</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/10903909_1539707246278864_8748077333442500189_o.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-large wp-image-5349" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/10903909_1539707246278864_8748077333442500189_o-1024x683.jpg" alt="10903909_1539707246278864_8748077333442500189_o" width="1024" height="683" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já imaginou um espaço totalmente revestido com garrafas? Aqui a decoração faz totalmente juz ao conteúdo. É que By The Wine é a primeira flagship da José Maria da Fonseca, onde para além de vender vinhos, funciona como wine bar, servindo petiscos e vinhos. Entre os petiscos estão o <span style="color: #222222;">presunto ibérico de bellota e embutidos de Guijuelo (zona de Salamanca), várias opções de tábuas de queijos, ostras do Sado, salada de mexilhão e ceviche de salmão</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong>Rua das Flores 41-43 Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>Terça-feira a domingo das 12:00 às 24:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">213 420 319</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/ByTheWineJoseMariadaFonseca/timeline" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pai Tirano</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Pai-Tirano.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-large wp-image-5350" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Pai-Tirano-768x1024.jpg" alt="Pai Tirano" width="768" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Inspirado no filme português de 1941, Pai Tirano é um bar com decoração alusiva à 7ª arte. De chão bicolor, a remeter para os filmes lynchianos, no Pai Tirano cultiva-se o culto pelo cinema e pela partilha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada:</strong> Travessa da Laranjeira 35 Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>Terça-feira a quinta-feira das 22:00 às 02:00, sexta-feira e sábado das 22:00 às 03:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">211 234 567</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/opaitirano" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aniki Lounge</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/10305326_280582125450930_1271177047085750311_n.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone wp-image-5351" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/10305326_280582125450930_1271177047085750311_n.jpg" alt="10305326_280582125450930_1271177047085750311_n" width="1020" height="661" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O conceito do espaço funde duas áreas artísticas aparentemente distintas: Cinema Português e Restauração. No mesmo local conjugamos as melhores receitas gastronómicas acompanhadas pelo Cinema Português. Este abrir de portas pretende essencialmente mostrar o que de melhor se faz em Portugal. Uma casa portuguesa com mesa recheada, com certeza, decorada com elementos cinematográficos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong><span style="color: #222222;">Rua da Barroca 9 -13, 1200-047 Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>Terça-feira a domingo das 18:00 às 24:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">213 460 184</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://www.facebook.com/anikilounge" target="_blank">Site</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arco da Velha</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Arco-da-Velha.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-full wp-image-5352" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Arco-da-Velha.jpg" alt="Arco da Velha" width="960" height="720" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como o próprio nome indica aqui reina o &#8220;antigo&#8221;, num lugar de culto à decoração vintage e à hospitalidade de outros tempos. Jantares de grupo, bolos pecaminosos, exposições e eventos acontecem neste destino assumidamente de &#8220;um passado presente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong>Rua de São Paulo, 184 Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>Segunda-feira a quinta-feira e domingo: 11:00 às 24:00, sexta e sábado das 11:30 às 02:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">218 220 843</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/casaarcodavelha" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tease</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Tease.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-full wp-image-5353" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Tease.jpg" alt="Tease" width="960" height="960" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez o nome é revelador do que é que se passa lá dentro: muitas provocações e tentações. Os ex-líbris da casa são os cupcakes, scone e muffins, mas a Tease é por si só um templo dos pecados da gula, como se se tratasse de uma ala dedicada aos prazeres da famosa Maria Antonieta. A decoração foi escolhida a rigor e em conssonância com o tema: provocação e com os protagonistas da casa: os bolos coloridos e apetitosamente expostos nas vitrines.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong><span style="color: #222222;">Rua Nova da Piedade nº15 Praça das Flores, 1200-296 Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>segunda-feira a quinta-feira das 10:00 às 22:00, sexta-feira e sábado das 10.00 às 24:00, domingo das 10:00 às 21:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #141823;">215 962 773</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/teasebakery" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/casaarcodavelha" target="_blank"><strong>Trobadores</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/1975227_631374530244086_1777452096_n.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone wp-image-5354" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/1975227_631374530244086_1777452096_n.jpg" alt="1975227_631374530244086_1777452096_n" width="1020" height="765" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo na baixa da cidade há um destino que nos faz viajar no tempo até à era medieval. Desde a decoração com mesas e cadeiras em madeira maçiça, os candelabros com velas, passando às cerveja servida em cornos ou caneca de barro,  às tábuas de queijos e enchidos, e aos concertos com sonoridades celtas, folk ou tradicionais portuguesas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong>Rua São Julião 27 Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>segunda-feira a quinta-feira e domingo das 17:00 às 02:00, sábado das 17:00 às 04:00</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.: </strong><span style="color: #222222;">218 850 329</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/TrobadoresBar" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Club Noir</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Club-Noir.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-full wp-image-5355" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/Club-Noir.jpg" alt="Club Noir" width="720" height="960" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um clube dedicado às sonoridades indie, metal e rock dos anos 80 e 90. Para os amantes de música alternativa este é o destino de eleição.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong><span style="color: #222222;">Rua da Madalena nº 201 R/C, 1100-324 Lisboa </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário:</strong> sexta-feira das 23:00 às 04:00, sábado das 23:00 às 05:00</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/ClubNoirLisboa" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Bora Bora</b></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/701931_434501656620038_644134577_o.jpg" rel="lightbox[5339]"><img class="alignnone size-large wp-image-5356" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/05/701931_434501656620038_644134577_o-1024x719.jpg" alt="701931_434501656620038_644134577_o" width="1024" height="719" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um bar com decoraçao tipicamente polinésia, que serve cocktails e o faz viajar para as ambiências orientais. Um destino de culto para os amantes de ambientes exóticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Morada: </strong><span style="color: #222222;">Av. Almirante Reis, 194 C, 1000-055 Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Horário: </strong>segunda-feira a quinta-feira e domingo das 20:30 às 03:00, sexta-feira e sábado 20:30 às 03:30</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tel.:</strong> <span style="color: #222222;">218 405 873</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/polinesian.bar" target="_blank"><strong>Site</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Leituria: livros, comes, bebes e artes no coração da Estefânea</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 17:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo que o bairro da Estefânea suspirava por um destino como este. Leituria é a conjugação perfeita que faltava na zona e está ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Há muito tempo que o bairro da Estefânea suspirava por um destino como este.</h4>
<p style="text-align: justify;">Leituria é a conjugação perfeita que faltava na zona e está aninhada no nº 123 A da Rua D. Estefânea. Margarida Mendes e Vítor Rodrigues são os &#8220;principiadores&#8221; deste projeto que nasceu da conjução das suas paixões. Vítor trabalhou cerca de 20 anos como livreiro, Margarida é designer e uma apaixonada pelas artes. Depois de viverem três anos fora da cidade que sentem como deles, decidiram arrumar &#8220;livros e bagagens&#8221; e demandar de novo para Lisboa.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobriram o espaço que viria constituir a atual Leituria em dezembro, e em janeiro estava decidido que era ali que queriam criar novas raízes. A Magazine andava pelo bairro e descobriu a Leituria numa tarde de semana, depois de almoço.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11127577_931104810275242_8427800503795422363_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="size-large wp-image-5313 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11127577_931104810275242_8427800503795422363_o-685x1024.jpg" alt="11127577_931104810275242_8427800503795422363_o" width="685" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tropeçámos no nº 124A e a montra chamou-nos logo à atenção. Entrámos e cedo percebemos de que se tratava de um espaço recheado de detalhes que demoram o seu tempo e carisma a apreciar. Leituria é o concretizar de três paixões deste casal rendido aos encantos da Estefanêa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os livros, a mercearia fina e as artes dão vida a este novíssimo espaço, que abriu no passado dia 15 de março.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11164554_934293366623053_391014259592548068_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="alignnone size-large wp-image-5320" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11164554_934293366623053_391014259592548068_o-1024x688.jpg" alt="11164554_934293366623053_391014259592548068_o" width="1024" height="688" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na ala da entrada, temos alguns livros expostos, assim como uma área destinada aos produtos de mercearia fina, todos de fornecedores nacionais. Ele é Mostarda de Manga da Santa Gula, sardinhas conservadas em método hiper artesanal das Conservas de Pinhais, conserva de atum com batata doce e funcho da Santa Catarina, marmelada seca da Quinta do Pedregal, Bombons de Mel com Chocolate da Casa do Couto até à Salicórnia vinda de Aveiro. Todos os produtos são escolhidos a dedo e assim como as várias vertentes desta casa fazem parte do leque do gosto pessoal dos proprietários. Já defendia <span style="color: #222222;">La Rochefoucauld &#8220;nada é mais contagioso do que o exemplo.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;">Percorrendo o espaço com atenção e algum foco nos detalhes, surpreendemo-nos a cada passo, com as peças únicas de arte plástica com que nos vamos deparando. Desde as obras de arte com materiais recicláveis do artista Simão Bolívar, à personificação de materiais inanimados pelas Contadeiras de Histórias ou às singulares peças das Pedras de Leitor. Mais uma vez, tudo escolhido a dedo.</p>
<div id="attachment_5312" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10661697_930641050321618_2889162331549604422_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="size-large wp-image-5312" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10661697_930641050321618_2889162331549604422_o-1024x685.jpg" alt="Pedras de Leitor" width="1024" height="685" /></a><p class="wp-caption-text">Pedras de Leitor</p></div>
<div id="attachment_5310" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10463798_928846133834443_4819895219458773339_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="size-large wp-image-5310" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10463798_928846133834443_4819895219458773339_o-1024x685.jpg" alt="Contadeiras de Histórias" width="1024" height="685" /></a><p class="wp-caption-text">Contadeiras de Histórias</p></div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11134026_920183141367409_8850668074959855614_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="alignnone size-full wp-image-5315" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11134026_920183141367409_8850668074959855614_o.jpg" alt="11134026_920183141367409_8850668074959855614_o" width="970" height="639" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na zona dos &#8220;bebes&#8221; há uma seleção rigorosa de vinhos nacionais e cervejas artesanais:Maldita, Sovina e Lovina são algumas das protagonistas. Seguindo para as entranhas da Leituria, apercebemo-nos imediatamente de que tem mais surpresas a desvendar: um andar lá embaixo, e cá em cima, toda uma sala dedicada ao prazer da leitura: uma enorme biblioteca, distribuida em duas estantes de cubos versáteis, que acompanham o casal já há alguns anos,  &#8220;afinal esta estante foi uma criação nossa e adapta-se bem a qualquer espaço&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11136281_929318630453860_1226992511068611269_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="alignnone size-large wp-image-5316" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11136281_929318630453860_1226992511068611269_o-1024x685.jpg" alt="11136281_929318630453860_1226992511068611269_o" width="1024" height="685" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os livros são escolhidos com muita precisão e consciência, sendo que optam muito por editoras independentes, como a &amp; etc e a Antígona. A Leituria ganha vida nesta secção com as tertúlias, conversas e apresentação de livros de autores. Há também um espaço para a criançada, envolto por literatura infantil, e um sofá que pede momentos de deleite.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11140151_928896333829423_7640768600967465011_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="alignnone size-large wp-image-5317" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11140151_928896333829423_7640768600967465011_o-1024x685.jpg" alt="11140151_928896333829423_7640768600967465011_o" width="1024" height="685" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O andar de baixo é reservado para as exposições, workshops e sala de estar. As exposições têm uma duração média de duas a três semanas, sendo que dia 1 de maio inaugura a obra &#8220;Flores&#8221; de Conceição Freitas, um trabalho de lápis de cor e grafite sobre papel. Margarida e Vítor estão muito abertos a novas ideias, e a resposta a essa disponibilidade tem sido muito positiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11160619_932029383516118_3795289212498756871_o.jpg" rel="lightbox[5305]"><img class="alignnone size-large wp-image-5318" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/11160619_932029383516118_3795289212498756871_o-1024x685.jpg" alt="11160619_932029383516118_3795289212498756871_o" width="1024" height="685" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Vários artistas têm proposto iniciativas, que desde que vão de acordo com o &#8220;ser&#8221; deste casal lisboeta, terão abertura para os desenvolver na Leituria. As palavras de assinatura: Expressões Culturais não são por acaso, afinal a &#8220;alma desta casa é a fusão das paixões artísticas&#8221; dos seus fundadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A Leituria é um espaço de ser, conviver e aprender. Está aberta de segunda a sábado, das 10:00 às 20:00 e espera por uma visita sua.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Gerador: mais do que uma revista, um movimento de inclusão sociocultural</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2015 12:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Surgiu em julho do ano passado e nunca mais fomos os mesmos. O Gerador desconstrói, desenforma e surpreende. Se a cultura estava até agora classificada ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Surgiu em julho do ano passado e nunca mais fomos os mesmos. O Gerador desconstrói, desenforma e surpreende. Se a cultura estava até agora classificada em &#8220;caixinhas&#8221;,  este movimento Gerador nasce como descodificador das artes e catalisador da sua compreensão e usufruto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;As pessoas muitas vezes precisam de ser apanhadas fora do contexto. A partir daí, quando percebem que afinal a cultura não é assim tão elitista, deixam-se encantar. Nós não modificamos nada em nenhuma obra, mas pegamos em determinadas peças e colocamos no sítio certo, onde provavelmente as pessoas já estão. Assim, o processo de acesso a cultura torna-se muito mais fácil.&#8221; </em></strong>Tiago Sigorelho</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10584573_636930913089698_851673420_n.jpg" rel="lightbox[5107]"><img class="alignnone size-full wp-image-5209" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10584573_636930913089698_851673420_n.jpg" alt="10584573_636930913089698_851673420_n" width="1024" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Gerador é uma associação sem fins lucrativos que se caracteriza por ser uma plataforma de ação e divulgação da cultura portuguesa. Subdivide-se em duas dimensões: comunicação e iniciativas. Foi fundada por um trio de amigos e companheiros de viagens profissionais várias: <strong>Miguel Bica</strong>, <strong>Pedro Saavedra</strong> e <strong>Tiago Sigorelho</strong>. Os três juntaram-se à esquina não para tocar a concertina, mas para engendrarem um grande veículo de comunicação da cultura portuguesa. Ora, porque se o público não vai ao teatro, o teatro vai o público e por aí em diante. É assim que o Gerador age: descontextualiza, desconstrói, vira do avesso e leva a cultura portuguesa portas e olhos adentro.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10873371_10205839544844834_9034152522123241207_o.jpg" rel="lightbox[5107]"><img class="alignnone size-full wp-image-5191" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10873371_10205839544844834_9034152522123241207_o.jpg" alt="10873371_10205839544844834_9034152522123241207_o" width="1024" height="683" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Tal como se viu acontecer no último evento Trampolim Gerador, na Praça São Paulo em Lisboa, em que estabelecimentos comerciais se tornaram mini-salas de espetáculos, cinema ou de exposições. Durante cerca de um ano, os três andaram Portugal <em>de lés a lés,</em> a descobrir o que andava a acontecer. Contataram entidades artísticas, vários autores e marcas. Desde os queijos tradicionais, às tapeçarias ancestrais ou à arte urbana que acontece nas grandes cidades, o Gerador não quer deixar nada de fora! É um movimento que se estende de norte a sul do país, até às ilhas. A sua materialização surge assim numa revista trimestral, cujos temas passados foram respetivamente: &#8220;Declarações de Amor&#8221;, &#8220;Sobre os números dois&#8221; e &#8220;Vidas Novas&#8221;. A próxima será lançada já este mês, no dia 24 de abril e sob a alçada do tema &#8220;Subúrbios&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A Magazine foi conversar com os três fundadores do Gerador e descobrir todos os seus sonhos: os concretizados, e os que estão ainda por realizar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;A cultura é sexy.&#8221; </strong></em>Tiago Sigorelho</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que vocês os três se encontraram e como evoluiram para este projeto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tiago Sigorelho:</strong> Eu era o Diretor de Estratégia de Marca da PT. Um dos projetos era a PT BlueStation na estação de metro Baixa-Chiado. Quando este projeto arrancou, a PT contratou uma agência para produzir um evento por dia. Nessa agência trabalhava o Miguel Bica, coordenador do projeto, que produziu cerca de 700 eventos em dois anos e meio. A certa altura o Miguel teve necessidade de alguém que fizesse a programação a um nível mais artístico e foram buscar o Pedro. Fomo-nos conhecendo neste trabalho, e chegamos à conclusão que poderia ser interessante largarmos tudo e embarcarmos na viagem do Gerador. A revista foi lançada a 17 de julho do ano passado e foi o nosso primeiro momento sério de materialização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Miguel Bica: </strong>Esta decisão vai fazer agora dois anos, sendo que o Gerador tem agora 8 meses. O Tiago apresentou-nos uma proto-ideia já com o nome &#8220;Gerador&#8221;. Os pressupostos já estavam definidos e fomos trabalhando ao longo de um ano dentro desse desafio. Depois foi pôr em prática a ideia. A declaração de intenções foi esclarecida logo desde muito cedo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10301534_10202123759678915_4995033131842932796_n.jpg" rel="lightbox[5107]"><img class="alignnone size-full wp-image-5207" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10301534_10202123759678915_4995033131842932796_n.jpg" alt="10301534_10202123759678915_4995033131842932796_n" width="1024" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Porquê a urgência da criação de um movimento como o Gerador?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tiago Sigorelho:</strong> Existe tanta gente em Portugal com uma capacidade brutal a nível artístico e não só, entidades também que produzem imenso trabalho, que nós sentimos que tínhamos um dever de conseguir agregar todos esses autores e tentar dar-lhes visibilidade e apoio financeiro, para que possam continuar a fazer o seu trabalho.Esta foi a primeira premissa, mas depois houve outras dimensões que para nós também eram importantes. Nós preocupamo-nos muito com a perspetiva educacional, e cada vez mais os portugueses precisam de ter mais atenção à educação, para serem mais críticos, mais autónomos, para serem seres mais pensantes. Uma das coisas que nós consideramos fundamental como arma de educação, é a cultura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como fazer chegar cultura a toda a gente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TS:</strong> Durante muito tempo a ideia da cultura era uma ideia muito elitista, em que reinava o preconceito de que só alguns é que tinham capacidade de a entender. O nosso primeiro grande objetivo é desmistificar esta ideia. A cultura é identidade, a cultura serve todos nós, e nós no limite somos todos produtores de cultura. Se tudo o que é identidade é cultura, então um sotaque do norte é cultura, um doce conventual é cultura, alguém que produz um cesto de verga é cultura. Por isso tudo o que nos defina enquanto povo português é cultura. E não é preciso serem apenas as raízes, pode ser uma coisa atualíssima como a arte urbana. Hoje em dia lá fora, quando se pensa em arte urbana pensa-se numa série de cidades europeias que incluem Lisboa, onde este tipo de arte teve uma explosão brutal. Existem coisas a que outros lá fora, ou nós cá dentro nos ligamos. Isso é a nossa cultura, isso define a nossa identidade. Por exemplo, o Cante Alentejano que durante muito tempo foi considerado cultura popular básica, hoje está mais próximo de ser cultura clássica. Há uns seis anos passaria despercebido a um lisboeta ou portuense, e hoje em dia é Património da Humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é que mudou?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TS: </strong>Na nossa perspetiva mudou algo geracional, principalmente no que está relacionado às nossas raízes. O exemplo mais claro é o Fado. O Fado foi símbolo de um estilo político que não era o mais agradável. Depois do 25 de abril, o Fado continuou a ser associado a esse estilo. Durante um tempo havia um certo desconforto a ouvir este género musical. De repente surge uma geração nova, que nasceu em liberdade e que sem culpas, voltou a pegar no Fado. E isto estende-se a tudo. Por isso sim, está a haver uma fase nova de orgulho e de ligar àquilo que era tradicional português. Para além disso, a crise também fez com que olhássemos mais para as coisas que são nossas e termos orgulho nelas e estarmos mais dedicados à nossa própria produção e à nossa identidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10530696_10152308542273262_8421478637275706260_n.jpg" rel="lightbox[5107]"><img class="alignnone size-full wp-image-5190" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10530696_10152308542273262_8421478637275706260_n.jpg" alt="10530696_10152308542273262_8421478637275706260_n" width="960" height="624" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a revista Gerador, materializa o vosso conceito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pedro Saavedra: </strong>O nosso objetivo principal com a revista é sobretudo a identificação. Ou seja, para nós o que é importante, mais do que definirmos um público-alvo, é tentarmos que todos os tipos de leitores: de diferentes idades, localidades e interesses, se identifiquem com aquilo que estão a ler. Pretendemos que essa identificação provoque um impulso em quem lê.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são as três intenções do Gerador?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>MB: </strong>O Gerador é um projeto de cultura portuguesa, interessa-nos que seja para Portugal inteiro. Uma das nossas intenções é que o Gerador seja <strong>descentralizado</strong>, e que vá das ilhas ao Porto, à serra algarvia e por aí fora. Estamos a fazer isso, numa dimensão ainda muito aquém do que ambicionamos, mas já temos artistas que vêm dos vários pontos do país, e nós próprios já fazemos coisas em vários pontos do país. Acho que é uma das intenções que vai evoluindo. A segunda intenção é a <strong>descodificação da cultura</strong>. De que maneira é que conseguimos pegar em determinada ideia cultural e descodificá-la ao ponto de qualquer pessoa poder aceder a ela. Queremos conquistar por exemplo quem não vai ao teatro, porque os pusemos em contato com esta realidade num destino improvável. No Trampolim Gerador isto aconteceu. Tivemos teatro numa loja de roupa, artes plásticas na montra de uma farmácia e um chef  famoso na Praça das Flores. A terceira intenção é a <strong>acessibilidade</strong>, a vontade que nós temos de fazer as coisas de forma a que qualquer pessoa neste país, tenha acesso a uma atividade nossa.</p>
<p><strong>Cada revista Gerador é um objeto de autor. Como fazem para manter uma identidade editorial?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS: </strong>A revista tem de ter um tronco editorial idêntico. Se nós queremos que as pessoas leiam regularmente a revista não pode ser um fanzine em que de cada vez apresentamos as coisas de uma forma diferente. As pessoas têm de reconhecer o nosso tronco editorial, e isso tem sido um crescendo, até porque nenhum de nós tinha experiência anterior no âmbito editorial. Fomos falar com outras publicações no mercado que nos ajudaram, fomos de certa forma ouvindo muito e tentando provocar os leitores a darem-nos feedback. A revista em termos gráficos tem uma identidade diferente, mas tem uma alma comum. Nos conteúdos queremos evoluir para uma linha editorial em que esta ideia híbrida de termos autores e &#8220;opinadores&#8221; se consiga equilibrar entre os 60% e os 40%. Porque de facto há tanta coisa a acontecer no país, que nós temos de ter a capacidade de divulgar tudo o que está a acontecer. É um trabalho em progresso, e a vantagem de ser uma revista trimestral, é mesmo essa, dá-nos tempo de ver e rever as &#8220;miudezas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10809519_829957733733506_873103862_n.jpg" rel="lightbox[5107]"><img class="alignnone size-full wp-image-5212" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10809519_829957733733506_873103862_n.jpg" alt="10809519_829957733733506_873103862_n" width="1024" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este é um projeto profissional que vos realiza pessoalmente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TS:</strong> Agora tem sido ao contrário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS: </strong>Temos que ter um plano empírico de negócio que seja sustentado e que nos faça andar para a frente. O Gerador por enquanto é totalmente financiado por nós e é uma forma de continuarmos a fazer o que gostamos, e todas estas iniciativas para serem gratuitas ou muito baratas dão prejuízo. Daí termos outros projetos sob os mesmos valores que defendemos, que nos permitem equilibrar a sustentabilidade do Gerador. Nós acreditamos que é possível no meio da cultura ganhar-se dinheiro. Somos favoráveis para que se ganhe dinheiro, e que os autores recebam e não trabalhem pro bono (todos os conteúdos da revista são pagos). O nosso objetivo e tornarmo-nos auto-sustentáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TS:</strong> Nós começámos por ter uma gaveta de ideias. À medida que vamos tendo mais folga financeira que vem dos nossos outros projetos vamos conseguindo fazer as coisas. O Trampolim estava na nossa cabeça desde o início, e ao fim de 7 meses concretizámo-lo. Assim como temos outras ideias. Já não temos uma gaveta, temos um T1 de ideias que gostávamos de implementar. A nossa fome agora é encontrar marcas que nos apoiem, pessoas que adiram para que todos os nossos sonhos possam ir para a frente. Fazemos um apelo aos leitores: participem, critiquem o nosso trabalho, entrem em contato connosco, enviem emails, vão ao nosso Facebook e mandem-nos mensagens. Temos recebido imensas cartas, emails e mensagens das pessoas, mas queremos receber cada vez mais. Boa parte do que fazemos na revista e no Trampolim, veio da iniciativa de pessoas que não conhecíamos e que vieram ter connosco. Provoquem-nos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10932565_650813568385622_1488548033_n.jpg" rel="lightbox[5107]"><img class="alignnone size-full wp-image-5210" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/04/10932565_650813568385622_1488548033_n.jpg" alt="10932565_650813568385622_1488548033_n" width="1024" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui fica o apelo desta gente bonita geradora para você fazer parte deste movimento! Este mês será lançada a quarta revista geradora, com o tema: Subúrbios. Cada revista custa 5€, mas ao tornar-se sócio, o que custa uma módica quantia anual de 25€, terá direito a todas as revistas durante um ano, <span style="color: #141823;">acesso a descontos junto dos parceiros geradores e a constantes surpresas. Venha fazer parte da Cultura Portuguesa!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/acgerador?fref=ts" target="_blank">Facebook </a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://aculturaportuguesa.pt/" target="_blank">Site</a></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Trip4Real, uma nova forma de viajar</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 17:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A verdadeira essência de um destino não se encontra em nenhum guia, mas sim nas pessoas que fui conhecendo em cada local que visitava.&#8221; A ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #222222;">&#8220;A verdadeira essência de um destino não se encontra em nenhum guia, mas sim nas pessoas que fui conhecendo em cada local que visitava.&#8221;</span></h3>
<p style="text-align: justify;">A Trip4real, <a href="http://pt.trip4real.com/" target="_blank">www.trip4real.com</a>, uma plataforma online com a assinatura <strong>“Sou um viajante, não um turista”</strong>, é uma nova e revolucionária forma de viajar que oferece ao mundo a possibilidade de conhecer Lisboa como nunca antes foi feito: através de atividades e percursos únicos desenvolvidos e guiados por <strong>locais &#8211; os “Lisboetas” &#8211; quem melhor conhece a cidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #222222;">A Trip4Real já está a desenvolver algumas experiências em Lisboa, um total de 140, e conseguiu até ao momento envolver aproximadamente 125 locais que criaram e se encontram a desenvolver as suas atividades. O objectivo é fazer crescer estes números, quer no que se refere às experiências, quer no incentivo aos locais para se juntarem a este projeto.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Os Lisboetas, ou quem vive e conhece bem Lisboa, estão assim convidados a fazer parte desta plataforma online. No site <a href="http://pt.trip4real.com/" target="_blank">www.trip4real.com</a>, de forma rápida e intuitiva sem qualquer custo, é possível criar e submeter uma experiência à aprovação da equipa Trip4Real e, em breve, fazer parte desta nova e revolucionária forma de viajar.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ora a Magazine ficou curiosa com este novo conceito de conhecer e dar a conhecer a nossa capital e correspondeu-se com <span style="color: #222222;">Gloria Molins &#8211; Fundadora e CEO da Trip4Real. </span></p>
<div id="attachment_5098" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Gloria-Molins.jpg" rel="lightbox[5096]"><img class="size-large wp-image-5098" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Gloria-Molins-1024x682.jpg" alt="Gloria Molins" width="1024" height="682" /></a><p class="wp-caption-text">Gloria Molins</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #222222;">Onde e como surgiu este conceito? Foi inspirado em quê? </span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Passei muito tempo a viajar por todo o mundo e fui descobrindo novas culturas, e quando estava na Austrália percebi que os melhores momentos de cada viagem foram sempre aqueles que partilhei com alguém local. A verdadeira essência de um destino não se encontra em nenhum guia, mas sim nas pessoas que fui conhecendo em cada local que visitava. Só assim se pode viver experiências tão autênticas como conviver durante 3 dias com um domador de elefantes na Índia; passar uma semana com uma tribo africana, ou viajar com um mergulhador durante 4 dias num grande recife de corais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #222222;">Para mim viajar não representa apenas os lugares que visitei mas as pessoas que conheci e as experiências autênticas que partilhei com eles. Quando voltei para a Espanha, em 2013, depois de todas estas viagens, decidi que era o momento de unir os viajantes com as pessoas locais para que vivam uma experiência autêntica e, assim surgiu a <a href="http://pt.trip4real.com/" target="_blank">http://pt.trip4real.com/</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Em que países está presente a Trip4real?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">As nossas experiências peer-to-peer estão disponíveis em 55 cidades espanholas e cinco países europeus: Barcelona, Lisboa, Paris, Londres e Roma. Em Lisboa, já estamos a desenvolver cerca de 200 experiências. O nosso objetivo é fazer crescer estes números, quer no que se refere às experiências, quer no incentivo aos locais para se juntarem ao projeto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Website-Trip4real.png" rel="lightbox[5096]"><img class="alignnone size-large wp-image-5104" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Website-Trip4real-1024x725.png" alt="Website Trip4real" width="1024" height="725" /></a><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Quais as vantagens de aceder a um serviço como Trip4real?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">A principal vantagem, e mais importante, é que a Trip4real oferece a possibilidade de através de uma única plataforma o viajante poder conectar-se com milhares de especialistas locais para descobrir os melhores espaços e experiências de uma cidade. Enquanto desfruta de experiência Trip4real em Lisboa, Lagos, Évora, Sintra ou Óbidos os viajantes vão poder conhecer novas pessoas e descobrir a forma de viver dos portugueses. </span><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">A nossa assinatura diz tudo “Sou um viajante, não um turista”. Pretendemos que os viajantes conheçam os destinos através dos olhos de quem vive na cidade.  </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Como se distinguem de outros serviços de tours? </span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">A possibilidade de desfrutar experiências autênticas, diferentes do turismo convencional, como por exemplo, fazer uma visita a um mercado tradicional com dois chefs, desfrutar de uma aula de surf, uma tarde de desporto em Monsanto ou assistir a um jogo do Benfica com um adepto. Estas são o tipo de experiências que pretendemos apresentar. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Os modernos aventureiros que não se contentam com umas férias &#8220;<em>one-size-fits-all&#8221;</em>. O novo viajante social quer uma experiência personalizada, com a possibilidade de ver a cidade através dos olhos de um local. As mais autênticas experiências de viagem não estão nos guias mas nas pessoas que ali vivem. Estamos num período de crescimento e vemos a Trip4real como o futuro das viagens para ajudar a experienciar verdadeiramente os destinos que visitamos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Trip4Real-15-5.jpg" rel="lightbox[5096]"><img class="alignnone size-large wp-image-5102" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Trip4Real-15-5-1024x683.jpg" alt="Trip4Real (15) 5" width="1024" height="683" /></a><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">O que pensam que os turistas procuram quando visitam Portugal?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Os viajantes procuram conhecer os locais que os Lisboetas frequentam, descobrir as novidades da cosmopolita Lisboa, tirar fotografias nos seus famosos miradouros, perderem-se nas ruas sinuosas dos bairros típicos, desfrutar da agitada vida noturna e dos ótimos restaurantes/gastronomia.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Como nos podemos tornar guias Trip4real?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">No nosso site http://pt.trip4real.com/, de forma rápida e intuitiva sem qualquer custo, é possível criar e submeter uma experiência. A equipa da Trip4Real irá avaliar a experiência e muito rapidamente poderá fazer parte desta nova e revolucionária forma de viajar. Adoramos ver as atividades que os nossos locais desenvolvem, e incentivamos os portugueses a fazer parte da nossa comunidade e a ganharem dinheiro com a Trip4Real.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Trip4Real-16.jpg" rel="lightbox[5096]"><img class="alignnone size-full wp-image-5103" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Trip4Real-16.jpg" alt="Trip4Real (16)" width="771" height="745" /></a><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Que tipo de actvidades sugerem? Como medem o critério?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Os nossos locais são uma mistura de apaixonados por um hobby e profissionais ao mesmo tempo, o que torna as nossas atividades bastante distintas. Acima de tudo pretendemos que as experiências que proporcionamos sejam sejam sempre autênticas e originais. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">O que sugerem agora para a Páscoa?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">As nossas sugestões para as férias da Páscoa vão permitir aos viajantes desfrutar de experiências autênticas com os moradores locais em diferentes destinos do país, como por exemplo Lisboa, Óbidos, Fátima, Lagos, Évora, Cascais e Sintra. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Para os próximos dias nada melhor do que aproveitar o bom tempo com diversas experiências dos nossos locais ao ar livre: Beber uma ginjinha em Óbidos, descobrir o Alentejo e a sua beleza pelos olhos do Vítor, apreciar as paisagens idílicas do Algarve através de um passeio de barco, aceitar o convite do Luís para um passeio de barco no rio Tejo.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Se vai aproveitar estes dias para viajar para fora de Portugal, a Trip4real tem também propostas em diversas cidades de Espanha (Madrid, Valência e Barcelona), e ainda Londres, Paris e Roma. Em Valência, sugerimos que passe o dia com uma estrela Michelin , em Roma que aprenda a fazer um gelado em Trastevere com Daniela e em Barcelona que descubra a street Art e Grafitti com um artista urbano.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ora e depois disto, porque não arriscar, tornar-se num guia de Lisboa, dar a mão a um viajante, e fazê-lo conhecer Lisboa pelos seus olhos? Ou se está a pensar viajar para fora, porque não usar e abusar desta nova realidade, para conhecer uma nova cidade com os peritos na matéria? Desafie-se: dê a conhecer ou vá explorar. A Trip4real é a anfitriã de todas estas possibilidades de encontros e descobertas!</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações em<a href="http://pt.trip4real.com/" target="_blank"> http://pt.trip4real.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Passeio-de-Barco-Rio-Tejo.jpg" rel="lightbox[5096]"><img class="alignnone size-full wp-image-5100" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Passeio-de-Barco-Rio-Tejo.jpg" alt="Passeio de Barco Rio Tejo" width="927" height="405" /></a></p>
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		<title>A Avó Veio Trabalhar e nós fomos com ela</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 15:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA["A avó veio trabalhar"]]></category>
		<category><![CDATA[actividades]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Oh amorzinho, foi assim que eu aprendi quando era garota!&#8221; Há mais vida no Bairro Alto. Foi o que pensámos quando entrámos no nº118 da ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">&#8220;Oh amorzinho, foi assim que eu aprendi quando era garota!&#8221;</h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #222222;">Há mais vida no Bairro Alto. Foi o que pensámos quando entrámos no nº118 da Rua dos Poços Negros. Uma movimentação de várias pessoas rodopiavam o espaço. Duas avós à porta recebiam os participantes para o workshop de costura que estava a decorrer. No centro da oficina, encontrava-se a área destinada à ação de corte e costura. Várias avós esperavam sentadas pelos seus formandos, para transmitir o seu largo conhecimento de diferentes tipos de pontos: cheio, em cadeia ou em flor. Afinal estas avós têm mais de 40 anos de experiência e temos muito para aprender com elas.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">A Avó Veio Trabalhar é um conceito que nasceu nas cabeças de Ângelo e Susana e está a ser posto em prática no terreno desde outubro do ano passado. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">Numa sociedade cada vez mais envelhecida, em que na maioria dos casos, os seniores são negligenciados e postos de parte, como população inútil, a Avó Veio Trabalhar surgiu como uma realidade urgente para a mudança deste paradigma. Aqui os avós ensinam, aprendem, criam, e ainda se acompanham. Aqui os avós trabalham, respiram, vivem e emanam vida. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">A Magazine que gosta de andar a par de tudo o que são novas tendências sociais, foi experimentar um dos workshops promovidos pela A Avó Veio Trabalhar, no passado dia 21 de março. No meio da labuta e aprendizagem dos lavores tradicionais, aproveitámos para conversar com os seus fundadores Ângelo Campota e Susana António, e também com algumas avós, como a D. Fernanda.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0396.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="size-large wp-image-5068 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0396-685x1024.jpg" alt="DSC_0396" width="685" height="1024" /></a><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Como nasceu a Avó Veio Trabalhar?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> Esta ideia já tem alguns anos. Eu sou designer e quando saí da faculdade não queria fazer apenas design de produto, queria mais. Ao mesmo tempo sempre tive um carinho especial pela terceira idade. Gosto mesmo muito, muito de velhinhos. Se virem um grupo de crianças e um grupo de velhinhos a Susana está com o grupo de velhinhos. Comecei a trabalhar como voluntária num lar em Setúbal, onde através dos lavores criávamos pequenos produtos. Senti que o design enquanto ferramenta de capacitação e transformação das pessoas era poderoso, era diferente de outras ferramentas. Em 2005 aconteceu uma exposição “My Worl New Craft” em que procuravam  novos artistas que tivessem uma abordagem diferente do artesanato. Concorri com os trabalhos que desenvolvemos no lar e fomos selecionados. Fomos os artistas mais mediatizados da Bienal de 2005, viajámos pelo país todo e eu senti que era na área do Design Social que eu queria estar. Nos dez anos seguintes trabalhei como consultora, e a &#8220;questão dos avós&#8221; desenvolvia-a apenas em pequenos workshops pontuais. Um dia fui contatada pelo Remix, um projecto que estava a começar, que o Ângelo coordenava, e precisavam de designers que quisessem trabalhar com a comunidade. Aceitei o desafio e acho que somos um pouco almas gémeas. Houve uma empatia muito grande. A partir daí sentimos que íamos sempre trabalhar juntos. Na altura fazíamos consultoria para outras organizações, como freelancers, e há dois anos decidimos criar a Fermenta, uma associação que trabalha para a inovação social através das ferramentas do design. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Ângelo:</strong> Sempre nesta óptica da capacitação de grupos e de comunidades. Não trabalhamos necessariamente apenas com idosos, desenvolvemos actividades num âmbito transversal da comunidade. No caso da A Avó Veio Trabalhar estamos focados na população idosa, mas temos outros projectos com adolescentes, empregados de longa duração, entre outros públicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0040.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="alignnone size-large wp-image-5061" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0040-1024x685.jpg" alt="DSC_0040" width="1024" height="685" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #222222;">O Ângelo é psicólogo, a Susana designer. No vosso entender, porque é que esta vossa dupla resulta tão bem?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Ângelo:</strong> Eu tenho uma linguagem muito própria, a Susana tem uma linguagem muito própria também. Eu confio cegamente no trabalho da Susana e vice-versa.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> Nós completamo-nos. Por exemplo eu foco-me muito no “fazer” mas não comunico, ou seja, tenho muitas ideias de estratégia, mas depois a comunicação acaba por ficar para trás. O Ângelo é uma pessoa que consegue passar a mensagem, mediatizar e tocar uma série de pessoas, a quem eu não chego, porque estou no meu buraquinho a trabalhar com a minha comunidade. Cada um complementa o que falta ao outro. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Depois da Fermenta criada, como desenvolveram a Avó Veio Trabalhar?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Ângelo:</strong> surgiu o BipZip, programa promovido pela Câmara Municipal de Lisboa. Recuperámos esta fantasia da ideia da avó. Estudámos intensivamente o que seria necessário para desenvolver este projeto durante um ano, qual o terreno a abranger, que tipo de ferramentas é que queremos associar para pôr em prática este projeto. Escrevemos a candidatura e para nossa felicidade o projecto foi aprovado e começámos em outubro do ano passado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0148.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="alignnone size-large wp-image-5063" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0148-1024x685.jpg" alt="DSC_0148" width="1024" height="685" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #222222;">O que é que acontece na A Avó Veio trabalhar?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> Nós criamos coleções com os avós e vendemos produtos, sendo que apenas vender os produtos muitas vezes não potencia a auto-sustentabilidade de um projeto, oferecemos também serviços, como este workshop na comunidade. Desenvolvemos outros serviços, como brindes ou desafios que empresas nos propõem. Assim temos vários canais que possam auto-sustentar e financiar o projeto para continuar. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Que colecções já desenvolveram e com que técnicas?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> As coleções são sempre diferentes, e a técnicas utilizadas também. A primeira coleção foram luvas, agora foram almofadas e a seguir vão ser tapetes. A ideia é espicaçarmos criativamente o grupo todo com novas técnicas, novas abordagens e novos objectos. </span><span style="color: #222222;">Já usámos o bordado tradicional, mas de lã sobre lã (as luvas), fizemos agora para as almofadas vários tipos de ponto, trabalho de tear e serigrafia. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Quais são as maiores vantagens deste projecto?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Ângelo:</strong> Nós começámos com um grupo muito restrito de pessoas, com mecanismos de defesas muito acionados “eu não sei fazer nada, eu não quero fazer nada, eu não tenho interesse” , mas rapidamente isso foi desmistificado. Por terem criado uma empatia gigante connosco, começaram a perceber que esta recuperação dos lavores domésticos, faz e fazia parte da infância deles é um mote para recuperar uma tradição. E no fundo aqui criam-se objectivos, responsabilidades e o gosto por estar ativo, contrariando a vida sedentária que muitos avós daqui tinham. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> Os avós agora voltam a trabalhar por objectivos e têm esta noção de trabalho, voltando a ter um papel activo na sociedade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0216.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="alignnone size-large wp-image-5065" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0216-1024x685.jpg" alt="DSC_0216" width="1024" height="685" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #222222;">Nós aprendemos com os avós, e eles o que aprendem convosco?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Ângelo:</strong> No fundo aqui trabalha-se a capacitação dos próprios seniores através do design. Jamais eles pensaram em trabalhar sobre ilustração, ou bordar um céu laranja em vez de azul. Os avós percebem que é possível bordar sobre um desenho que já está impresso no tecido. Nós inconscientemente também trabalhamos a educação visual. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> E daí a duas semanas já são eles que nos trazem novas ideias. Nós inclusive, mostramos-lhe muitas ideias de criativos internacionais, outros artesãos e artistas, que trabalham muito esta questão dos lavores, de uma maneira inovadora. </span></p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0429.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="size-large wp-image-5069 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0429-685x1024.jpg" alt="DSC_0429" width="685" height="1024" /></a></p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0441.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="size-large wp-image-5070 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/DSC_0441-685x1024.jpg" alt="DSC_0441" width="685" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #222222;">Porque é que vocês consideram que é importante resgatar as nossas raízes e as nossas tradições?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> Eu acho que as pessoas começam começam a ligar muito a esta história que é o <em>Storytelling</em>. Um objeto não é só um objeto, mas também a história que ele conta, a memória que guarda ou o calor que transmite. Eu acho que cada vez mais nesta cultura de consumo as pessoas começam a dar valor a esta coisa que é diferente, que não é só o objeto. Como temos acesso a uma panóplia gigantesca de objetos e imagens, falta-nos uma alma. Eu acho que a alma é este contar das histórias, ou este valor acrescentado que está por detrás das coisas. </span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">Como é que os avós “se candidatam” para virem trabalhar aqui convosco?</span></strong><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Ângelo:</strong> De uma forma muito indirecta, nós nem temos uma posição muito activa. Nós criamos laços e neste momento já somos família destas pessoas. Na verdade eles convidam-se uns aos outros para virem experimentar, em vez de estarem sentados o dia todo.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;"><strong>Susana:</strong> A Filomena por exemplo trouxe uma amiga, e na quarta-feira esta já estava a telefonar a uma outra vizinha a chamá-la.</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><em><span style="color: #222222;">“Estás em casa, sem nada para fazer! Olha eu sinto-me muito melhor desde que vim para cá.”</span></em><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #222222;">N’A Avó Veio Trabalhar os avós são gente. São gente que nos inspira e ensina, sempre com muita paciência. N’A Avó Veio Trabalhar canta-se ao som de Amália Rodrigues e gargalha-se ao tom da alegria que trespassa pelos lavores. Em Abril vão inaugurar o novo espaço da sede e terão muitas novidades!</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><strong><span style="color: #222222;">D. Fernanda, o que é faz para cultivar essa alegria?</span></strong><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><em><span style="color: #222222;">&#8220;Olhe amorzinho, eu um dia tive um namorado, que era assim meio tristonho, e ele dizia-me: gostava tanto de ser assim como tu, alegre com a vida! Eu respondi-lhe, só não és porque não queres! Ri-te homem!&#8221;</span></em></p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Chandi-e-Fernanda.jpg" rel="lightbox[5055]"><img class="size-large wp-image-5071 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/Chandi-e-Fernanda-685x1024.jpg" alt="Chandi e Fernanda" width="685" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/AAvoVeioTrabalhar?fref=ts" target="_blank">A Avó Veio Trabalhar Site</a></p>
<p style="text-align: justify;">Contactos: <span style="color: #141823;">927628363 / 936243762</span></p>
<p style="text-align: justify;">Fotografias de Maria Silva</p>
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		<title>ClownCare roubam sorrisos aos seniores!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 19:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Novas]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje celebra-se o dia Mundial da Felicidade e a Magazine quis dar-lhe a conhecer-lhe um novo projecto muito especial: a ClownCare. Já se imaginou daqui ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje celebra-se o dia Mundial da Felicidade e a Magazine quis dar-lhe a conhecer-lhe um novo projecto muito especial: a <a href="http://www.clowncare.pt/" target="_blank">ClownCare</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se imaginou daqui a algum tempo? Podem ser uns 10, 20, 30 ou 40 anos…<br />
Já se imaginou a perder a capacidade de se movimentar como antes?<br />
Já se imaginou a perder a memória nítida a que sempre esteve habituado?<br />
Já se imaginou a perder a visão de falcão de outros tempos de jovem?<br />
Mas pense bem… de todas estas perdas:<br />
Já se imaginou a perder a capacidade de…SORRIR?</p>
<p style="text-align: justify;">A Associação Clowncare é uma Organização Não-Governamental que promove a qualidade de vida de séniores institucionalizados através da arte do palhaço. Nasceu para inspirar e dar alegria aos idosos e surge assim com o intuito de promover um programa de intervenção junto dos seniores institucionalizados, tendo como mediadores: os palhaços.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem deu à luz a este maravilhoso projecto foi a Anita Silva, que juntando-se a outros oito sonhadores fundaram este movimento de caça sorrisos aos mais velhos alheios! Neste momento, a Anita e os seus companheiros da ClownCare precisam muito do vosso apoio, para conseguirem começar a realizar a sua actividade do terreno: necessitam de financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Até dia 16 de abril está a decorrer uma <a href="http://ppl.com.pt/pt/causas/clowncare" target="_blank">campanha de crowdfunding</a> onde poderá saber mais sobre esta iniciativa, acompanhar este projecto e ainda: poder CONTRIBUIR para que mais sorrisos se contaminem de norte a sul, pelos narizes da ClownCare!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Identifica-se com este projeto e gostava de colaborar com a ClownCare? Divulgue esta iniciativa. Não lhe pedimos para vestir a camisola, ponha antes o nariz.&#8221;</em></strong></p>
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		<title>Sara-a-Dias, uma contadora de histórias ilustradas!</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2015 18:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[Sara-a-Dias surgiu num dia de chuva torrencial, em que mais uma vez Sara Osório, a sua autora, saía de casa sem guarda chuva. Ia acompanhada ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://sara-a-dias.tumblr.com/" target="_blank">Sara-a-Dias</a> surgiu num dia de chuva torrencial, em que mais uma vez Sara Osório, a sua autora, saía de casa sem guarda chuva. Ia acompanhada de um saco de papel que rapidamente se rasgou, deixando toda a comida que estava lá dentro, rolar chão abaixo. Acumulando a isto, aconteceram uma série de peripécias menos agradáveis nesse dia que inspiraram Sara! Pois é, Sara naquele dia teve uma epifania, não sabe se por reacção aos acontecimentos mais recentes, ou se por ter adoptado a sua cadela Maria há pouco tempo, Sara precisava de uma mudança na sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem meias medidas, criou a &#8220;Sara-a-Dias&#8221;, um pseudónimo ilustrativo de episódios da sua vida, se é que se pode chamar assim. Um <a href="http://sara-a-dias.tumblr.com/" target="_blank">tumblr</a>, <a href="https://www.facebook.com/saraadias?fref=ts" target="_blank">uma página de Facebook</a>, e cerca de 3 anos depois, mal ela imaginava o impacto que ia gerar com as ilustrações da sua vida. Uma contadora e recriadora de histórias incrível, Sara Osório, mais conhecida por Sara-a-Dias lança agora a sua primeira novela gráfica <strong><em>A MINHA MÃE ACHA QUE FUI TROCADA Á NASCENÇA</em></strong>  no próximo dia 17 de março, na Livraria Alêtheia.</p>
<p style="text-align: justify;">A magazine acompanha o seu trabalho desde há algum tempo e decidiu convidar a Sara para uma conversa informal,  afim de desvendar alguns segredos, medos e inspirações desta contadora de histórias gráficas.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10498247_282920091831674_125580452062903164_o.png" rel="lightbox[4932]"><img class="size-large wp-image-4946 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10498247_282920091831674_125580452062903164_o-754x1024.png" alt="10498247_282920091831674_125580452062903164_o" width="754" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desde muito nova, sempre se sentiu impelida a superar-se a si mesma e isso começou na escola.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;Sempre que a escola recomeçava, eu chorava porque sabia que ia haver testes e ia ter que estudar tanto.&#8221;</strong> </em>A professora do terceiro e quarto ano sem saber foi razão de grande ansiedade para Sara, mas também constituiu uma das suas grandes inspirações  para o sentido de resiliência e esforço que acompanha Sara até hoje. <strong><em>&#8220;Por causa desta professora, pus a fasquia tão alta, que sempre ambicionei ser top of the top. Punha o meu gorro para me congelar as ideias e lá estudava para ter boas notas.&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esta ambição sempre causou a Sara uma grande ansiedade e sentimento de responsabilidade. Pelo que perguntamo-nos onde vai a Sara buscar este sentido de humor tão apurado e uma destreza para olhar sempre para o lado luminoso da vida?</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Acho que sou uma criança, tenho uma mente muito jovial. Não levo a vida nada a sério, prefiro rir-me das coisas más. Quando acontece alguma coisa menos boa, desabafo até à exaustão com as pessoas que me são mais próximas, e depois passa-me.&#8221;</em></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10984199_285618008228549_3935512736478123786_o.png" rel="lightbox[4932]"><img class="alignnone size-full wp-image-4951" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10984199_285618008228549_3935512736478123786_o.png" alt="10984199_285618008228549_3935512736478123786_o" width="960" height="960" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nos seus testes psicotécnicos, as três opções resultantes foram Educadora de Infância, Arquitecta ou Jornalista. Ora por exclusão de partes, o psicólogo &#8220;conselhereiro&#8221; acabou por sugerir à Sara que fosse para Jornalismo, e esta que sempre se considerou muito obediente, fez o que lhe propuseram. Ingressou em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Mas mal acabou o curso, cedo tirou as expectativas de poder vir a trabalhar &#8220;no que gostava&#8221;, como cinema por exemplo. Estagiou três meses como &#8220;assistente do assistente de produção&#8221; de uma curta (episódios que também aparecem na sua novela gráfica), fez de tudo e percebeu que precisava de arregaçar mangas à séria para poder vir a ser independente, e sair de casa dos pais aos 25 anos como desde cedo projectara.</p>
<p style="text-align: justify;">Há 8 anos quando Sara saiu fresca e fofa da faculdade, não baixou braços, mas também não teve tempo para procurar um trabalho que a realizasse. Há 8 anos que Sara tem um trabalho de escritório, de atendimento ao público, das 9:00 às 18:00, mas nem por isso renunciou ao seu sonho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Ao final de 3 anos deste trabalho, em 2011 estava naquele estado de estagnação que precisava de um <em>novo</em> desafio. Fui tirar um curso pós-laboral de Design na Restart. Na altura, aquele curso agarrou-me imenso pela sua componente prática, porque eu não tinha tido isso. Quando tive o bloco com o Paulo Arraiano, redescobri a paixão pelo desenho. Tanto, que todos os trabalhos que me pediam, desde logos a imagem, eu resolvia-os com ilustrações. Chegou ao ponto de me dizerem: Sara que tal não fazeres só ilustração?&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sara é uma artista que está devotamente desperta para a imagem e aspecto visual das coisas: <strong><em>&#8220;se um livro tiver uma boa capa, eu compro, senão me chamar minimamente pela imagem, eu nem olho para ele. Sou uma pessoa mais visual. Tenho tão pouco tempo que prefiro graphic novels ou bandas desenhadas.&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência do reacender desta chama pela ilustração, Sara começou a pôr a mão na massa, ou melhor a dar uso à caneta. Concorreu a vários concursos, desde as Sardinhas de Lisboa e muitos outros, mas sem grande impacto. Começou a esmorecer um pouco, mas todos os que conheciam bem Sara e o seu trabalho a incentivavam a fazer algo seu. Pensou em ilustrar os episódios que lhe iam acontecendo e publicar um livro. Mas o medo de ser uma autora nova e da recessão do mercado fizeram-na recuar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;Voltei a um ponto em que não sabia o que fazer. Continuava no mesmo trabalho. Mas arranjei uma cadela, que era um dos meus objectivos de vida.&#8221;</strong> </em></p>
<div id="attachment_4944" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/1275277_217744778349206_542463240_o.jpg" rel="lightbox[4932]"><img class="size-full wp-image-4944" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/1275277_217744778349206_542463240_o.jpg" alt="Maria, cadela de Sara" width="1024" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">Maria, cadela de Sara</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;Num dia em que tudo me estava a correr mal, sai do trabalho almareada, a chover torrencialmente, sem chapéu de chuva, estava na paragem de autocarro a pingar literalmente e pensei: é isto, vou apontar isto para não me esquecer. E criei o blog. O nome Sara-a-Dias, veio ele também de um paradoxo: sempre detestei o Dias no meu nome, mas naquele dia sentia-me mesmo uma mulher a dias.&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10750188_286282884828728_2336652306003819205_o.jpg" rel="lightbox[4932]"><img class="alignnone size-large wp-image-4948" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10750188_286282884828728_2336652306003819205_o-1024x938.jpg" alt="10750188_286282884828728_2336652306003819205_o" width="1024" height="938" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Durante toda a sua vida, Sara teve a brilhante ideia de ir apontado aqui e acoli, pedaços da sua vida. <em>&#8220;Não tive diários, mas tive sim aquele ímpeto de ir apontando histórias minhas em cadernos soltos. Sempre tive esse hábito de contar muitas histórias.&#8221; </em></p>
<p style="text-align: justify;">Contou as suas histórias e não só, começou a fazer encomendas personalizadas, ilustrou a capa de dois livros &#8220;A Puta Que Pariu o Amor&#8221; da Lady Mustache e &#8220;De Uma Mulher Para Mulheres Que Amam Demais&#8221; de Débora Àgua-Doce, fez vídeos ilustrados para o Público, entre muitos outros trabalhos. Sara-a-Dias tornou-se no seu segundo ofício em horário pós-laboral.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/1381912_218205171636500_764732712_n.png" rel="lightbox[4932]"><img class="size-full wp-image-4945 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/1381912_218205171636500_764732712_n.png" alt="1381912_218205171636500_764732712_n" width="677" height="858" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estas histórias ganharam uma visibilidade tal que saltam agora da web para um livro, que já está nas bancas e irá ser <a href="http://www.guiadacidade.pt/pt/art/lancamento-do-livro-a-minha-mae-acha-que-fui-trocada-a-nascenca-de-sara-a-dias-283285-11" target="_blank">lançado</a> oficialmente na próxima terça-feira, dia 17, às 18:30 na livraria Alêtheia, na Rua do Século.</p>
<p style="text-align: justify;">Não perca a oportunidade de conhecer a obra desta jovem ilustradora e contadora de histórias nata, que o farão por certo sorrir, e encontrar o lado alegre da vida, como tão bem a própria autora o sabe fazer.</p>
<p> &#8220;Tenho sempre as minhas expectativas super baixas. Só acreditei que o livro estava mesmo cá fora, quando o vi impresso.&#8221;</p>
<p>Podes acreditar Sara! A Magazine estará lá para o comprovar <img src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> </p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10830938_282834991840184_5500812624576641018_o.jpg" rel="lightbox[4932]"><img class="alignnone size-large wp-image-4949" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10830938_282834991840184_5500812624576641018_o-1022x1024.jpg" alt="10830938_282834991840184_5500812624576641018_o" width="1022" height="1024" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Se não vai até Hollywood, &#8220;hollywood-se&#8221; cá por Lisboa</title>
		<link>http://magazine.guiadacidade.pt/se-nao-vai-ate-hollywood-hollywood-se-ca-por-lisboa/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 15:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
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		<category><![CDATA[Hollywood-Me]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostava de se sentir na pele de uma estrela de Hollywood e não deixar de ser você mesmo? Está farto dos retratos de família aborrecidos? ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gostava de se sentir na pele de uma estrela de Hollywood e não deixar de ser você mesmo?</strong></p>
<p><strong>Está farto dos retratos de família aborrecidos?</strong></p>
<p><strong>E se tivesse nascido nos anos 40? </strong></p>
<p><strong>Deseja ter retratos do estilo retro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Hollywood-Me proporciona-lhe isso e muito mais..</p>
<p style="text-align: justify;">Surgiu em Lisboa, um novo conceito de fotografia! Levado a cabo pelas mãos de dois artistas russos: Andy Dyo e Marianna Yakobson, este projecto já existia há algum tempo, mas desde de Dezembro que se instalou no novíssimo espaço <a href="https://www.facebook.com/39AConceptStore?fref=ts" target="_blank">39a Concept Store</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Hollywood-Me nasceu da vontade de realizar trabalhos diferentes, inspirados no trabalho do fotógrafo George Hurrell, o pai da fotografia glamourosa. Andy e Mari compõem uma equipa de criativos e fotógrafos que oferecem sessões fotográficas únicas e de uma qualidade excepcional. A ideia não é transformar o participante noutra pessoa, mas &#8220;sacar cá para fora&#8221; a essência de estrela que cada um pode ter. Para isso, toda a ambiência conta: desde a decoração, a música ambiente, as luzes, a maquilhagem, e as directrizes que os fotógrafos vão dando, para um resultado fotográfico surpreendente.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/space3.jpg" rel="lightbox[4916]"><img class="alignnone size-large wp-image-4924" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/space3-1024x682.jpg" alt="space3" width="1024" height="682" /></a></p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/IMG_5672.jpg" rel="lightbox[4916]"><img class="size-large wp-image-4921 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/IMG_5672-721x1024.jpg" alt="IMG_5672" width="721" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;<em>Acredito que as pessoas procurem este tipo de serviço pela experiência, pela oportunidade de se sentirem noutro papel</em><em>.</em>&#8221; </strong>Andy</p>
<p style="text-align: justify;"><span class="text_exposed_show">Toda esta ideia que temos de perfeição, nasceu em Hollywood, no inicio do século. O interessante deste projecto, é que Andy e Mari não estão a tentar reproduzir o processo, mas sim readaptar o conceito de fotografia glamorosa para os dias de hoje: todo o material é contemporâneo, assim como as técnicas de edição e captação. Mas a ideia é capturar a essência mágica de cada um.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong> &#8220;A nossa ideia não é transformar ninguém na </strong></em><span class="text_exposed_show"><em><strong>Marilyn Monroe ou Greta Garbo, e já recusámos alguns pedidos deste género. O nosso objectivo não é transformar alguém noutra pessoa, mas sim valorizar o que cada um é&#8221;</strong></em> Mari</span></p>
<p style="text-align: justify;">O processo começa por uma troca de emails, em que em conjunto com a Mari e o Andy chegarão a uma conclusão do que se irá passar no dia da sessão e qual o fio que irá conduzir o estilo das suas fotografias. Depois, prepare-se para entrar num estúdio que faz viajar no tempo, vestir roupas de outras décadas, ser caracterizado/a num estilo completamente retro, que o/a irá supreender por completo! Descubra o seu novo &#8220;eu&#8221;.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6838_tone.jpg" rel="lightbox[4916]"><img class="size-large wp-image-4922 aligncenter" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6838_tone-702x1024.jpg" alt="IMG_6838_tone" width="702" height="1024" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Hollywood-Me surge assim como um conceito que pretende inovar, inovar o seu lado &#8220;estrelar&#8221; e cinematográfico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Vamos ajudar a criar a sua personalidade enquanto estrela.&#8221;</strong> Andi</p>
<p style="text-align: justify;">E porque todos temos mesmo uma estrelinha dentro de nós, Hollywood-Me está pronto para receber duplas: casais, amigas, amigos, mães e filhas, é vir o freguês e escolher!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>&#8220;O que mais gosto é de sentir as pessoas felizes com o resultado.&#8221; Mari</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;Eu aprecio a ligação que se cria em tão pouco tempo com as pessoas. Uma hora e meia depois as pessoas já estão relaxadas e prontas para se conectarem com a câmara e fotógrafo.&#8221; Andy</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 20 de março,  o 39a Concept Store, o espaço onde o estúdio se insere vai reinaugurar com direito a muitas surpresas: exposições, actuações e claro, fotografias!</p>
<p style="text-align: justify;">Morada: Rua Alexandre Herculano, 39 A, Lisboa</p>
<p style="text-align: justify;">Contacto: 961 719 755</p>
<p style="text-align: justify;">Valor por pessoa: a partir dos 150€</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/pages/Hollywood-Me-The-Vintage-Portrait-Project-by-Armazem7/604613726275088?fref=ts" target="_blank">Site</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tradiçãomania em Lisboa: porque o que é bom reinventa-se sempre</title>
		<link>http://magazine.guiadacidade.pt/tradicaomania-em-lisboa-porque-o-que-e-bom-reinventa-se-sempre/</link>
		<comments>http://magazine.guiadacidade.pt/tradicaomania-em-lisboa-porque-o-que-e-bom-reinventa-se-sempre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 09:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[barbearias]]></category>
		<category><![CDATA[batatarias]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[leitarias]]></category>
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		<description><![CDATA[Tem sido inequestionável: a moda revivalista veio para ficar. Nos últimos dois anos, a abertura de novos estabelecimentos com um &#8220;q&#8221; de tradição tem sido um ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tem sido inequestionável: a moda revivalista veio para ficar. Nos últimos dois anos, a abertura de novos estabelecimentos com um &#8220;q&#8221; de tradição tem sido um <em>boom</em>, e a magazine, quis fazer uma distinção de alguns destes destinos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele agora parece que fizemos uma viagem no tempo e voltaram à ribalta as<strong> leitarias</strong>, <strong>queijarias</strong>, <strong>cervejarias</strong>, e até de <strong>champanherias</strong> se fala! O atendimento personalizado e à antiga, a produção artesanal ou a especialização exímia em determinada iguaria ou serviço, têm sido denominadores comuns nesta nova vaga de comércio.  Fique connosco nesta<em> tour</em> que seguiu a &#8220;mania revivalista&#8221; de Lisboa!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cervejaria do Bairro</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/cervejaria-do-bairro-um-pedaco-de-oceano-no-coracao-de-lisboa/" target="_blank">Falámos dela</a>, no final do ano passado, mas nunca é demais reforçar! A verdade é que esta cervejaria contemporânea, onde o melhor marisco é o protagonista da casa, como em qualquer cervejaria que se preze!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2014/11/10688179_719936614755919_8481559452743537993_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4353" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2014/11/10688179_719936614755919_8481559452743537993_o-1024x682.jpg" alt="10688179_719936614755919_8481559452743537993_o" width="1024" height="682" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Morada:<span style="color: #666666;">Rua do Norte, 86 Bairro Alto, Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;">Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) </span><span style="color: #4e5665;">213 470 805</span></p>
<p style="text-align: justify;">Horário: <span style="color: #666666;">terça-feira a domingo, das 19:30 às 01:30</span></p>
<p style="text-align: justify;">Especialidade: Marisco</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.facebook.com/cervejariadobairro?rf=676199275811080" target="_blank">Site</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Queijaria Cheese Shop &amp; Bar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nasceu em pleno centro alfacinha, uma loja especializada em queijos artesanais. Nacionais, internacionais, este é o cantinho para os queijomaníacos que se prezem!Mas há uma surpresa: é que para além de poder comprar e levar para casa, pode ainda fazer uma degustação de queijos, à sua medida, no Cheese Bar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/10549233_441065226033819_5540818959260037342_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4870" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/10549233_441065226033819_5540818959260037342_o-1024x682.jpg" alt="10549233_441065226033819_5540818959260037342_o" width="1024" height="682" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Morada: <span style="color: #222222;">Rua das Flores 64, 1200-195 Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;">Tel.: <span style="color: #666666;"> (+<span style="color: #222222;">351) 213 460 474</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Horário: segunda a quinta-feira das 12:00 às 20:00, sexta e sábado das 12:00 às 21:00</p>
<p style="text-align: justify;">Especialidade: queijos artesanais</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="%20http://queijaria.wix.com/queijaria" target="_blank">Site</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vinharia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há pouco mais de meio ano brotou de frente para o Rio, em pleno Cais do Sodré, um destino que faz as honras dionisícas. Vinho a copo no local, ou na garrafa para levar consigo, aqui tem muito por onde escolher, do produtor para o consumidor. Se optar pela degustação &#8220;in loco&#8221;, acompanhe com os petiscos sugeridos!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/906330_252746438254987_8874420431475191128_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-full wp-image-4871" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/906330_252746438254987_8874420431475191128_o.jpg" alt="906330_252746438254987_8874420431475191128_o" width="960" height="639" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Morada: <span style="color: #222222;">Rua de São Paulo, 18, Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;">Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #222222;">966 108 104</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Horário: segunda-feira a sábado das 18:00 às 01:00</p>
<p style="text-align: justify;">Especialidade: vinhos</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.vinharia.com.pt/" target="_blank">Site</a></p>
<p><strong>Bolaria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que começou por ser um serviço de fabrico e entrega de bolos &#8220;como antes se fazia&#8221;, rapidamente tomou outras proporções e abriu em fevereiro a primeira loja física, no El Corte Inglés. Os bolos são caseiros, de comer e babar por mais. A tradição também mora aqui, e doçaria tradicional é o mote: como as Fatias de Tomar, o Toucinho do Céu, ou o Pão de Ló Caramelizado. Têm ainda uma oferta variada de biscoitos: limão, canela e manteiga.</p>
<div id="attachment_4877" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/480160_349998068434352_1713525065_n.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="size-full wp-image-4877" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/480160_349998068434352_1713525065_n.jpg" alt="Bombom de Chocolate" width="960" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Bombom de Chocolate</p></div>
<div id="attachment_4878" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/557967_349997965101029_1017159672_n.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="size-full wp-image-4878" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/557967_349997965101029_1017159672_n.jpg" alt="Pão de Ló Caramelizado" width="960" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Pão de Ló Caramelizado</p></div>
<p style="text-align: justify;">Morada: El Corte Inglés - <span style="color: #222222;">Avenida António Augusto de Aguiar 31, 1069-413 Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;">Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #222222;">914 688 600</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">Horário: as entregas são feitas às sextas-feiras. No El Corte Inglés, estão abertos das 10:00 às 22:00.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialidade: bolos caseiros e bolachas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leitaria Lisboa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Abriu portas no final do ano passado e dedica-se aos prazeres do leite. Ora como antigamente, embalam o leite em garrafinhas de vidro e servem-no de 1001 formas possíveis. Existem leites para todos os gostos e feitios: de origem vegetal, para intolerantes à lactose, entre outros! Mas nem só de leite vive a leitaria. Servem tibornas, tartes caseiras, croissants e paezinhos quentinhos, acabados de sair do forno.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/10920275_1598087727094455_1427542118217426036_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4881" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/10920275_1598087727094455_1427542118217426036_o-1024x682.jpg" alt="10920275_1598087727094455_1427542118217426036_o" width="1024" height="682" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Morada:<span style="color: #222222;">Rua da Artilharia 1, 87 A, Rato, Lisboa</span></p>
<p>Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #222222;">215 944 943</span></span></p>
<p>Horário: todos os dias das 07:30 às 20:00</p>
<p>Especialidade: leites</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/LeitariaLisboa" target="_blank">Site</a></p>
<p><strong>Manteigaria Fábrica de Pastéis de Nata</strong></p>
<p>Uma manteigaria onde o ex-líbris são os pastéis de nata. O segredo está na massa, e várias são as fornadas que saiem à rua, num dia. Instalada no edifício da antiga Manteigaria união,  aqui a tradição cheira ao que era noutros tempos.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/10445991_671748002912574_8127351162570493216_n.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-full wp-image-4882" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/10445991_671748002912574_8127351162570493216_n.jpg" alt="10445991_671748002912574_8127351162570493216_n" width="907" height="604" /></a></p>
<p>Morada: <span style="color: #222222;">Rua do Loreto 2, Lisboa</span></p>
<p>Tel.: (+351) <span style="color: #222222;">213 471 492</span></p>
<p>Horário: <span style="color: #666666;">Todos os dias das 08:00 às 24:00</span></p>
<p>Especialidade: pastéis de nata</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/manteigariacamoes/timeline" target="_blank">Site</a></p>
<p><strong>Peixaria Centenária</strong></p>
<p>Um destino dedicado ao peixe fresco, no centro de Lisboa. Plantou-se à beira da Praça das Flores e há cerca de um ano que faz as delícias dos amantes de peixe fresco das redondezas! É vir &#8220;amores&#8221;!</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/1520685_593312394051730_1348831198_n.png" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-full wp-image-4889" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/1520685_593312394051730_1348831198_n.png" alt="1520685_593312394051730_1348831198_n" width="873" height="623" /></a></p>
<p>Morada: <span style="color: #222222;">Praça das Flores, 55, Lisboa</span></p>
<p>Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #222222;">210 112 459</span></span></p>
<p>Horário: terça-feira a sábado das 08:30 às 20:30</p>
<p>Especialidade: peixe fresco</p>
<p><a href="http://peixariacentenaria.pt/" target="_blank">Site</a></p>
<p><strong>Champanheria Lx</strong></p>
<p>A estrela da casa são as ostras! Depois de 12 anos em Setúbal, a Champanheria abre agora portas em Lisboa, num espaço dedicado ao culto deste bivalve, que acompanha muito bem com a melhor seleção de vinhos, champanhes ou espumantes!</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/11016066_1547965618809705_5321008180187177531_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4890" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/11016066_1547965618809705_5321008180187177531_o-1024x614.jpg" alt="11016066_1547965618809705_5321008180187177531_o" width="1024" height="614" /></a></p>
<p>Morada: <span style="color: #222222;">Av. João Crisóstomo, 15, Lisboa</span></p>
<p>Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #222222;">936 450 475</span></span></p>
<p>Horário: segunda-feira a sábado das 18:00 às 24:00</p>
<p>Especialidade: ostras e champanhe</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/pages/A-Champanheria-Lx/" target="_blank">Site </a></p>
<p><strong>Barbearia Oliveira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se por aí que  é a barbearia mais antiga de Portugal em funcionamento. Reabriu há cerca de dois anos, em pleno coração de Alfama, pelas mãos de dois irmãos cheios de genica para devolver vida a esta barbearia centenária, que se distingue por não deixar cair no esquecimento esta profissão artística tão antiga.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10428105_527644274006401_5410407979326452473_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4891" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10428105_527644274006401_5410407979326452473_o-1024x680.jpg" alt="10428105_527644274006401_5410407979326452473_o" width="1024" height="680" /></a></p>
<p>Morada: <span style="color: #141823;">Rua dos Remédios, 27 Lisboa</span></p>
<p>Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #222222;">966 579 835</span></span></p>
<p>Horário: segunda-feira a sábado das 09:30 às 19:30</p>
<p>Especialidade: cortes de cabelo à antiga, &#8220;barba à navalha&#8221;</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/oliveira.barbearia" target="_blank">Site</a></p>
<p><strong>Arranca-Corações Petiscaria</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma petiscaria que se diferencia de todas as outras em Lisboa. É que esta faz-nos viajar: não no tempo mas até ao mundo do steampunk, cultura inspirada na literatura do século XIX, que retrata um paradigma imaginário, onde a tecnologia evoluiu muito antes, do que no nosso percurso histórico real.</p>
<p><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10945795_1603438453202545_5997054442603507577_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4892" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10945795_1603438453202545_5997054442603507577_o-1024x768.jpg" alt="10945795_1603438453202545_5997054442603507577_o" width="1024" height="768" /></a> <a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10845850_1609918372554553_4331828703282187943_o.jpg" rel="lightbox[4868]"><img class="alignnone size-large wp-image-4893" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/03/10845850_1609918372554553_4331828703282187943_o-1024x768.jpg" alt="10845850_1609918372554553_4331828703282187943_o" width="1024" height="768" /></a></p>
<p>Morada: <span style="color: #222222;">Calçada do Cardeal, 20, 1100-116 Lisboa</span></p>
<p>Tel.: <span style="color: #666666;"> (+351) <span style="color: #141823;">960 475 667</span></span></p>
<p>Horário: terça a sexta-feira  e domingo das 17:00 às 02:00, sábado das 14:00 às 02:00.</p>
<p>Especialidade: petiscos e steampunk</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/oarrancacoracoes" target="_blank">Site</a></p>
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		<title>A menina dança Burlesque?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 16:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Oliveira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Da Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA["denise do carmo"]]></category>
		<category><![CDATA[actividades]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Se o Burlesco fosse uma mulher, mesmo nos seus piores dias, tem o nariz para cima, um sorriso rasgado e ninguém tem de saber dos ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;Se o Burlesco fosse uma mulher, mesmo nos seus piores dias, tem o nariz para cima, um sorriso rasgado e ninguém tem de saber dos seus problemas, porque é uma mulher confiante, que sabe dar a volta por cima. Como um gato, que cai, mas cai sempre de pé.&#8221; </em></span></h4>
<p><span style="color: #000000;">Denise do Carmo</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com o aproximar da data de São Valentim a Magazine foi tropeçar em algumas artes da sedução na sua busca para actividades &#8220;fora da caixa&#8221; durante este mês que exalta o amor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Uma delas foi o Burlesco, e para tal fomos conversar com Denise do Carmo, uma das artistas representantes desta arte em Portugal.</span></p>
<div id="attachment_4789" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/DSC_0520.jpg" rel="lightbox[4780]"><img class="size-large wp-image-4789" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/DSC_0520-1024x680.jpg" alt="Denise do Carmo" width="1024" height="680" /></a><p class="wp-caption-text">Denise do Carmo</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Denise desde pequenina sabia que queria ser bailarina. Inspirada pela sua ídola Madonna, começou aos 16 anos a fazer playbacks em espectáculos para discotecas. Pouco depois entrou na Escola Superior de Dança em Lisboa, e posteriormente foi estudar em Londres e Nova Iorque. Denise realizou carreira como bailarina até aos 38 anos. Ao longo deste percurso, em Nova Iorque, na Broadway Dance Center, tirou o curso de Técnica de Musicais e foi aí que se apaixonou perdidamente por este tipo de performance. Começou a fazer espectáculos de <em>Cabaret</em> no Maxim e Santiago Alquimista, onde encarnou personagens como Liza Minelli, Marylin Monroe entre outras personalidades bem conhecidas do mundo do espectáculo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em 2010 estreou o filme &#8220;Burlesque&#8221; com a Cher e a Christina Aguilera, e Denise encantou-se com este género de &#8220;cabaret contemporâneo&#8221;: as roupas, os acessórios e os cenários. A partir daí começou a criar espectáculos de Burlesco, a ser cada vez mais requisitada e dar aulas desta arte performativa, repleta de sensualidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Um pouco sobre a história do Burlesco..</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Esta é uma arte antiga remonta ao século XVII. Faz uma fusão entre várias vertentes: como a sátira, o humor, o teatro, o circo, o ballet e a pantomina. Sendo descendente da Commedia dell&#8217;arte tem uma grande base cómica. Ao contrário do que se possa pensar, o Burlesco não se trata de um grupo de strippers que se apresentam num palco, muito pelo contrário. O Burlesco nasceu da satirização de temas como o ciúme, o adultério, os afectos e mesmo alguns peças de comédias romanas e gregas perdidas no tempo. </span></p>
<p style="color: #252525; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As mulheres começaram a mostrar um bocadinho da perna. A sensualidade e o tempo que as bailarinas demoravam a realizar cada gesto bastava para provocar as hostes. Mais tarde nos E.U.A. e Canadá, junta-se uma linguagem específica, mas mais alargada, o <em>Vaudeville</em> (termo que foi adulterado do francês, “voix de ville”, a voz da cidade). Esta era uma forma de arte que teve a sua origem nos espectáculos que se realizavam nos <em>saloons</em>, <em>freak shows</em> e nos chamados <em>Dime Museums</em> (instituições criadas para o entretenimento e educação moral das classes pobres norte-americanas), bem como à literatura burlesca, e afirmou-se essencialmente desde o início de 1800 até 1930.</span></p>
<p style="color: #252525; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O Burlesco trata-se assim de uma rica forma de arte musical e cómica nos Estados Unidos da América que remonta aos anos de 1830/40 e que se foi redefinindo ao longo de décadas até essencialmente 1960.</span></p>
<p style="color: #252525; text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O papel do Burlesco..</strong></span></p>
<p style="color: #252525; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No inicio da sua história, o Burlesco teve um papel decisivo na transformação dos costumes e mudança de paradigmas. Pela primeira vez era permitido à mulher mostrar o seu corpo, facto que influenciou incondicionalmente toda a cultura popular associada ao género feminino.</span></p>
<p style="color: #252525; text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Hoje em dia, como a própria Denise mencionou, a prática desta arte, quer em cima do palco, quer nas aulas ou nos bastidores da vida, é uma técnica que promove a afirmação pessoal da mulher, desenvolve a auto-confiança e auto-estima das mulheres enquanto seres sensuais.</span></p>
<p style="color: #252525; text-align: justify;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/DSC_0311.jpg" rel="lightbox[4780]"><img class="alignnone wp-image-4785" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/DSC_0311-680x1024.jpg" alt="DSC_0311" width="1024" height="1540" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;O Vintage Burlesco é simplesmente uma arte de sedução. Cada mulher tem dentro dela um potencial gigante de sedução. As minhas alunas são de todas as formas e feitios, e vêm muitas vezes às minhas aulas, pela falta de auto-estima e confiança nelas próprias. Muitas das minhas alunas vêm para as minhas aulas de Burlesco, porque só têm aquela hora para ser sensuais.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Seja Diva por um dia:<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não perca a oportunidade de experimentar, porque no próximo dia 14 de Fevereiro, sábado, Denise vai dar um workshop de iniciação a esta arte. O objectivo será maioritariamente desbloquear e divertir. Manusear cadeiras? É certo. Conhecer um pouco mais do lado sensual e sedutor, ainda mais certo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">&#8220;Quero principalmente que as minhas alunas se sintam Divas. Senão se sentirem Divas não estão num workshop de Burlesco. Sinto que quando consigo estimular esse lado da mulher nas minhas alunas, ainda vou conseguir espremer mais: nunca é suficiente. Se o Burlesco fosse uma mulher, mesmo nos seus piores dias, tem o nariz para cima, um sorriso rasgado e ninguém tem de saber dos seus problemas, porque é uma mulher confiante, que sabe dar a volta por cima. Como um gato, que cai, mas cai sempre de pé.&#8221;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Workshop DIVA Burlesque</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #222222;"><a href="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/Valentines-day.jpg" rel="lightbox[4780]"><img class="alignnone size-large wp-image-4790" src="http://magazine.guiadacidade.pt/wp-content/uploads/2015/02/Valentines-day-1024x576.jpg" alt="Valentines day" width="1024" height="576" /></a></span></strong><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #000000;">14 de Fevereiro &#8211; das 15:00 às 16:30</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #000000;">Local: Atheneu</span><br style="color: #222222;" /><br style="color: #222222;" /><span style="color: #000000;">Morada: Rua das Portas de Santo Antão 110, 1150-269 Lisboa</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Valor: até dia 13 de Fevereiro &#8211; 15€, depois 20€</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><a href="http://www.stage81.com/" target="_blank"><span style="color: #000000;">STAGE81</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;">
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